quinta-feira, 19 de agosto de 2010

E hoje, nada do que foi, faz sentido...

Era uma tarde de março, do ano de 2007, que tinha tudo para ser monótona. Mas não foi bem assim. Foi quando aconteceu um dos momentos mais marcantes da minha vida, do qual jamais esquecerei cada detalhe. Nessas palavras e pela devida importância que dou a ele, parece que foi algo surpreendente, mas não, foi simplório, mas inesquecível. A partir dessa tarde, passei a receber mais sorisos, e dividí-los com mais frequência também. Passei a ter mais pessoas em quem eu pudesse confiar, um número relativamente baixo , 2 apenas, mas que com certeza, tiveram o valor de uma multidão. O tempo foi passando e a minha dependência em relação a elas só aumentou. Uma, eu infelizmente não a vejo mais, a outra, simplesmente, não me vê. São pessoas e situações diferentes. Eu nunca fui de saber controlar os sentimentos, segurá-los para que ficassem do mesmo tamanho do que eu recebesse, esse sempre foi meu erro. Eu não me arrenpendo de cada palavra e gesto de carinho por mim oferecido, eu apenas sempre fui de fazer aquilo que eu gostaria de receber. Eu não sei se elas sabem da devida importância que têm pra mim, mas eu sei que sempre fiz de tudo pra que elas soubessem, talvez tenha fracassado em todas as tentativas, ou talvez, uma não se importa em realmente saber. Sempre fui de acreditar e confiar nelas, não importava quem fosse contra isso, mas, mesmo depois de tanto tempo, uma não acredita em mim. Sempre fiz de tudo pra vê-la feliz, me desculpe se isso sempre a encomodou, minha intençao era totalmente ao contrario. Nao ter sua confiança depois de tudo, e o que mais me entristece... E hoje, nada do que foi, faz sentido...

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